Noel Rosa
Poeta, violonista, mestre, boêmio. Definições que ainda não conseguem resumir a grandiosidade de quem foi Noel de Medeiros Rosa.
Um homem que rompeu preconceitos, subindo ao morro e presenteando a música popular brasileira com seu samba “… num feitiço descente que prende a gente”. Suas composições são tão atuais, que não parece que Noel se foi prematuramente aos 26 anos, em 1937. Parece que está entre nós, saudando o tradicional bairro carioca, Vila Isabel.
De personalidade irreverente, Noel fez da malandragem algo tão leve como um desfile de escola de samba.
O Festival Mel, Chorinho e Cachaça, em sua quarta edição, busca resgatar a história musical do nosso país, homenageando o grande mestre Noel Rosa pelo seu centenário de nascimento e pela sua contribuição à história musical do Brasil.
Sambista, chorão, compositor afiado, possui em sua bagagem mais de 300 composições do mais fino trato da musicalidade tupiniquim. Noel viveu as décadas de 20 e 30, época de ouro do chorinho no Brasil e foi responsável pela união do samba do morro com o do asfalto, influenciando diretamente a música popular brasileira.
Assim como em 1934 se encantou o jovem músico Jacob Pick Bittencourt, ou nada mais nada menos do que “Jacob do Bandolim”, com a composição Choro, Viçosa do Ceará preparou o cenário ideal para você ver, sentir, provar, ouvir e se enfeitiçar com o “Poeta da Vila”.
Conheceça mais da vida, da obra e as homenagens prestadas no país inteiro àquele que cantou o Brasil com malandragem e muita poesia.






